terça-feira, 21 de novembro de 2017

Escolhendo um lugar para fazer ballet

Muita gente procura o Blog pedindo dicas e indicações para escolher uma lugar para fazer suas aulas. Sobre as indicações de lugares, temos aqui uma sessão chamada Onde Aprender em que escolas de dança do Brasil inteiro se cadastram. Importante: não passam por avaliação. Ao de cadastrar os estabelecimentos são acrescentados às listas, ok?! Então, o post de hoje é com dicas para você saber escolher onde fazer aulas:


- Seriedade no trabalho e profissionalismo

Uma boa escola irá focar no progresso dos seus alunos. Se você procura técnica e ensino de qualidade pergunte sobre o histórico em festivais; sobre a formação dos professores. Alguns lugares são mais comerciais do que preocupados com o ensino propriamente dito.

- Professores qualificados

Certifique-se de que os professores possuem algum tipo de formação em dança, é certificado ou já dançou com uma companhia profissional. Às vezes é até interessante saber quanto o lugar paga um professor. Se valorizam o professor provavelmente fazem um bom trabalho.

- Turmas menores

Quanto menor a turma, mais a atenção individual. É mais fácil para o professor manter o controle sobre uma classe menor, que permite uma maior instrução personalizada. Cada bailarino na classe merece devida instrução e correção do professor.

- Divisão de níveis

Se há um cuidado em dividir as turmas pelos níveis e tempo de aula dos alunos é um bom sinal. Parece óbvio, mas infelizmente não é. Muitas vezes o lugar não têm muitas turmas e acabam misturando pessoas que fazem aulas há muito tempo, com pessoas que acabaram de entrar, o que dá muita diferença.

- Um ambiente agradável

O ambiente deve ser acolhedor e convidativo. O local deve estar limpo, organizado e bem conservado.

- Salas de aula

Verifique se a sala de aula tem um tamanho legal. Olhe para o chão, ele deve ser de madeira ou linóleo. A sala de dança deve ser bem arejada e espaçosa, com espelhos que cubram, pelo menos, uma parede inteira, ventilador, janelas ou ar condicionados.

- Assista uma aula

É bem importante ver como é antes de se matricular. Não precisa necessariamente fazer, mas é legal já ver como é a aula e se vai de encontro com o que estava pensando.

Boas escolhas!
Mundo Bailarinístico
 www.mundobailarinistico.com.br

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Ballet Adulto - 6 Medos de começar a fazer ballet e como vencê-los!

Tanta gente por aí morrendo de vontade de começar a fazer ballet, mas morrendo de medo dele! Sim, o Ballet não é fácil, tem suas dificuldades mas não precisa de amedrontar. Fiz este post para essas pessoas quebrarem esses medos que elas têm e começarem a ir para as aulas ;)


1) Medo de não ter felixibilidade

A flexibilidade faz parte do Ballet mas não é tudo e nem é o principal. Existem muitos outros pontos técnicos super importantes para você levar em consideração e quanto essa flexibilidade, o ballet vai servir justamente para buscar tê-la e aumentá-la. No começo, vai ser um pouco mais difícil. Mas aos poucos você irá ficando mais flexível.

2) Medo de não ter idade para fazer ballet

Já falamos muito disso por aqui. Qualquer idade é idade para você fazer qualquer coisa que você queira em sua vida, inclusive começar a dançar. Cada vez mais bailarinas iniciantes adultas têm provado isso, levando o ballet à sério e se permitindo!

3) Medo de não ter corpo ideal

Qualquer corpo pode dançar. Não existe corpo certo ou corpo errado e outra, o seu corpo mudará quando começar a praticar. Ganhará flexibilidade, trabalhará musculaturas; corrigirá erros de postura.

4) Medo do preço

O ballet não é mesmo uma atividade barata, pois são investimentos de uma vida toda por parte dos professores. Mas existem sim, muitos lugares com valores acessíveis. E muitas vezes a gente gasta dinheiro com outras coisas que não são assim tão importantes, então, se a gente tentar se organizar, procurar direitinho, cortar outros gastos (se der e precisar), é possível sim encaixar o ballet em sua vida financeira.

5) Medo de não conseguir

Esse é um medo clássico. E no ballet a gente tem que aprender a conviver com o "não conseguir", pois às vezes vai conseguir bem como tantas outras não irá, mas vai buscar conseguir. Aos poucos, sem pressa.

6) Medo de não ter tempo

Quando falamos em qualquer atividade para adultos sabemos que o tempo é um grande problema, pois temos nossos compromissos. Porém, é importantíssimo e saudável que reserve um tempinho para você mesmo, mesmo que não sejam muitas vezes por semana. Dá para tirar umas duas horinhas para ir ao ballet duas vezes por semana. Tem que dar! Você merece isso, seu corpo, sua mente. Não dá para sermos escravos das nossas vidas. Sempre deixando claro previamente no espaço em que for fazer aula sua disponibilidade ou falta de tempo, para ninguém contar com você fora do que for possível.

Supere seus medos!
Faça aulas!


Mundo Bailarinístico

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Aulas Particulares, ter ou não ter?

Ter aulas de Ballet particulares pode ser uma forma bem legal e especial de ter a atenção de um professor 100% voltada para você, suas necessidades e dificuldades. Mas e aí, fiquei pensando, tanto como aluna, quanto como professora, as vantagens e desvantagens dessas aulas. Então resolvi listar o que eu acho Legal e o que eu não acho tão legal assim, para ajudar vocês e avaliar se fazem aulas particulares ou não.


QUANDO ACHO LEGAL ✓

- Quando você precisa de ajuda para uma audição ou exame específico e quer muito treinar para passar
- Quando entra na turma e as pessoas estão em um nível mais avançado que o seu
- Quando está com dificuldades em pegar as sequências coreográficas
- Quando precisa que o ritmo das aulas seja de acordo com seu aprendizado e isso não acontece
- Quando você decide quantas aulas fazer e adequa aos seus horários
- Quando você ter vergonha de alguma coisa e trabalha ela sozinho por fora (como ter vergonha de não ser flexível e contratar aulas de abertura, por exemplo)

VANTAGENS ✓

- Ter um contato mais íntimo com o professor e poder tirar melhor suas dúvidas, com mais tempo e esclarecimento
- O professor te conhecer melhor, físicamente e tecnicamente, saber do seu objetivo e conseguir fazer a aula voltada para você
- Evolui mais rápido

QUANDO EU NÃO ACHO LEGAL X

- Quando é uma criança muito pequena, fica chato para ela e para o professor
- Quando você só faz aulas particulares e nunca faz aulas com outras pessoas, pois ter uma turma também é importante
- Quando a pessoa é consciente de que tem um compromisso com o professor e leva o trabalho dele à sério, pensando nisso quando for faltar, ou na hora de pagar, por exemplo
- Quando você não tem um objetivo maior com essas aulas

DESVANTAGENS ✓

- Não tem muito tempo para descansar durante a aula
- Fica mais fácil de desistir, por desanimar e não ter compromisso com a turma
- Os valores dessa exclusividade costumam ser mais caros

Lembrando que o Blog é com a minha opinião. Já fiz aulas particulares e foi muito bom para mim, mas vale a pena sempre avaliar.

Beijos
Mundo Bailarinístico
 www.mundobailarinistico.com.br

terça-feira, 31 de outubro de 2017

3 atividades com cantigas populares para o Baby class


Professoras de Baby Class tem que ter criatividade e ideias para o ano inteiro! Hoje fiz uma lista com atividades divertidas para fazer com algumas tradicionais cantigas de roda que criaram e inspiraram gerações.

1) Brincar de interpretar com A Linda Rosa Juvenil

Essa música é muito boa para esse tipo de atividade pois a história é uma narrativa completa com início, meio e fim.

Segue a letra:
A linda rosa juvenil, juvenil, juvenil
A linda rosa juvenil, juvenil
Vivia alegre em seu lar, em seu lar, em seu lar
Vivia alegre em seu lar, em seu lar
E um dia veio uma bruxa má, muito má, muito má
Um dia veio uma bruxa má, muito má
Que adormeceu a rosa assim, bem assim, bem assim
Que adormeceu a rosa assim, bem assim
E o tempo passou a correr, a correr, a correr
E o tempo passou a correr, a correr
E o mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor
E o mato cresceu ao redor, ao redor
E um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei
E um dia veio um belo rei, belo rei
Que despertou a rosa assim, bem assim, bem assim
Que despertou a rosa assim, bem assim
Batemos palmas para os dois, para os dois, para os dois
Batemos palmas para os dois, para os dois

2) Sambando com Samba Lelê

A música da Samba Lelê pode ser usada para com a temática "aprendendo a sambar com a Samba Lelê". Você pode levar a música ou cantar com as crianças.

Samba Lelê tá doente
Tá com a cabeça quebrada
Samba Lelê precisava
É de umas boas palmadas

Samba, samba, Samba ô Lelê
samba, samba, samba ô Lalá
Samba, samba, Samba ô Lelê
Pisa na barra da saia ô Lalá

3) Brincando de Ciranda Cirandinha

Reunir as crianças em roda e fazer a ciranda utilizando os exercícios da aula de ballet como fazer a ciranda na meia ponta; contando até 8 rodando no sentido horário e depois 8 no sentido anti-horário; de mãos dadas com a música podem fazer pliés e relevés.

No final da música, conforme a tradição é citado o nome de uma das alunas para entrar roda, ao invés de dizer um verso ou um poema, você pode sugerir que a criança faça um pass, ou uma pequena sequência coreográfica, ou até mesmo improvise alguma dança no meio da roda*

Ciranda , cirandinha,
Vamos todos cirandar,
Vamos dar a meia volta,
Volta e meia vamos dar (2x).

O anel que tu me destes,
Era vidro
E se quebrou.

O amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou.

*Por isso dona "nome da aluna"
Entre dentro dessa roda
Diga um verso bem bonito
Diga adeus e vá embora!

Por Dryelle Almeida

terça-feira, 24 de outubro de 2017

8 Dicas de livros para professores de Ballet

Olá!
Muita gente procura muitos livros voltados para professores então resolvi fazer uma seleção de livros Bailarinísticos com alguns livros que, com certeza, ajudarão em suas aulas.

Métodos de Balé Clássico - História e consolidação
Autora: Caroline Konzen Castro
Editora: CRV.

Este livro tem como objetivo investigar o processo de consolidação dos quatro Métodos ou das quatro Escolas de balé, de maior notoriedade no Brasil e no mundo, a saber: a Escola Italiana, a Escola Francesa, a Escola Russa e a Escola Inglesa. O resultado foi a observação de um intenso diálogo entre as diversas singularidades e a consolidação de métodos cujos meandros enraízam-se no espaço político-cultural dos países que os conceberam.


Balés Ilustrados: Uma Enciclopédia para Dança Clássica - Volume 1
Autora: Regina Kotaka

 O livro colorido, de 288 páginas, foi produzido após Regina, formada em dança pela Universidade Estadual do Paraná, ter sido contemplada em 2014 com o prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, do Governo Federal.

Para fazer as ilustrações, além da própria experiência como bailarina, Regina teve a colaboração de colegas, que posaram e executaram os movimentos para que ela retratasse a arte de maneira compreensível. Para o texto, a artista buscou referências em obras estrangeiras, já que quase não havia material em português. A combinação de imagens e textos permite conhecer melhor a base teórica da técnica clássica e a terminologia correta.

Anatomia da dança
Autores Haas, Jacqui Greene

Tem o objetivo de apresentar de maneira clara a relação única entre o desenvolvimento dos músculos e a estética do movimento. Este livro ensina a modificar os exercícios propostos de modo a atingir áreas específicas, aprimorando a flexibilidade e reduzindo a tensão nos músculos. Além disso, mostra ao leitor como personalizar um programa de treinamento tomando por base seu estilo de dança, suas habilidades e metas, bem como suas necessidades individuais. Quer você esteja buscando melhorar seu desempenho, acrescentar novos movimentos ao seu repertório ou minimizar a fadiga, o estresse ou o risco de lesão, Anatomia da dança é seu parceiro ideal.

CONDICIONAMENTO FÍSICO PARA DANÇA – 1ª EDIÇÃO
Autores Franklin, Eric

Esta obra tem como objetivo o aperfeiçoamento da técnica e do desempenho em todos os estilos de dança, por meio do fortalecimento do centro do corpo (core) e da ênfase na coordenação, no equilíbrio, no alinhamento e na flexibilidade.




Bailarina Um guia passo a passo para o Balé
Autora: Jane Hackett

Da primeira posição, as piruetas, da maquiagem , as mímicas. Este livro é uma introdução prática ao mundo do balé, para as bailarinas iniciantes.

BALLET: FUNDAMENTOS E TÉCNICAS – 1ª EDIÇÃO

Autor: Autor Kassing, Gayle

Esta obra pode ser adotada tanto no cenário acadêmico como na prática de escolas de dança particulares, pois prepara o aluno para iniciar-se nesse envolvente universo.
O ballet é uma dança clássica ocidental com mais de quatro séculos de história. Sua essência é a técnica, que evoluiu com a contribuição de dançarinos e coreógrafos ao redor do mundo. Este livro proporciona a qualquer pessoa a oportunidade de experimentar a graça e a beleza do ballet, pois oferece recursos para o desenvolvimento da técnica, o aperfeiçoamento da maestria e a apreciação por essa arte performática.

Fundamentos da Dança Clássica - 2ª Ed. 2015
Autora: Silvério,Ana

A iniciativa de Ana Silvério de traduzir este livro, que é considerado a bíblia do ensino russo desde 1934 até nossos dias, é admirável, pois coloca à disposição de todos aqueles de língua portuguesa os ensinamentos desta grande mestra nos seus mínimos detalhes.
Ana Silvério, bailarina formada em Coreografia, Metodologia e Pedagogia na Rússia, dominando o idioma russo, é a pessoa indicada para tão árdua tarefa.
O livro está de fácil compreensão para todos os envolvidos com a dança e, sobretudo, com o ballet clássico.

Livro: Como ensinar e encantar as crianças pelo ballet
Autora: Simone Duarte

O livro "Como Ensinar e Encantar as Crianças pelo Ballet" é um material didático para professoras de ballet que trabalham com público infantil, contendo atividades exemplificadas através de fotos, planilhas de organização de aulas e informações fundamentais para desenvolver o trabalho com Ballet Baby Class.


Gostaram das dicas?
Se tiverem mais deixem por favor nos comentários! Irão ajudar bastante!

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Lateralidade e noção de espaço no Ballet


Quem nunca virou de costas para o espelho, ou chegou no Teatro para dançar e não se sentiu perdido?! Onde estou, para onde vou, de onde entro?

Mas porque isso acontece?

Tem a ver com lateralidade e orientação espacial. A gente toma o local do ensaio como referências para nossa movimentação, quando deveríamos ter isso em nosso corpo. 

Significado de lateralidade:
É a capacidade de controlar os dois lados do corpo juntos ou separadamente. É importante que exista a percepção da diferença entre direita e esquerda, é necessário também que se tenha noção de distância entre elementos posicionados tanto do lado direito como do lado esquerdo.
Esta capacidade é de grande importância para formação de conceitos complexos como de espaço.

Noção de espaço

Orientação espacial é a capacidade que o indivíduo tem de situar-se e orientar-se, em relação aos objetos, às pessoas e o seu próprio corpo em um determinado espaço. É saber localizar o que está à direita ou à esquerda; à frente ou atrás; acima ou abaixo de si, ou ainda, um objeto em relação a outro. É ter noção de longe, perto, alto, baixo, longo, curto (ASSUNÇÃO; COELHO, 1996, p.91-96). 
A orientação espacial é a consciência do corpo com o meio. 

As noções de espaço são desenvolvidas pela a partir da experimentação, mas precisamos ter como referência o próprio corpo. Como a compreensão dessas noções depende da maturação neurológica, e cada um tem seu ritmo, o ideal é ensaiar com várias frentes, sempre, ou usar frentes diferentes durante as aulas para estimular e para que possamos experimentar situações diferenciadas que favoreçam essa compreensão.

Diante dessas explicações, o que acontece quando viramos de costas:

Quando falamos de bailarinos que não tiveram um trabalho efetivo na sua lateralidade e noção espacial desde pequenos, quando mudamos o lado da frente este transtorno ficará mais visível:
- Dificuldade de encontrar direção (confusão de esquerda e direita, dentro e fora, em cima e em baixo).

Para isso melhor, temos que praticar, temos que saber no nosso corpo, para que lugar a gente vai, com que perna é. Imagine-se fazendo a coreografia em outros lugares (como no palco por exemplo) e esqueça referências das características da sala, como "sou do lado do espelho", "do lado da porta"; "meio do linóleo"....

É por isso que muitos professores começam a ensaiar de costas para  espelho depois de um tempo com a coreografia pronta; para você ir se acostumando em mudar de espaço e começar a adquirir essa noção em você mesmo, sem depender do espelho.

Não se sinta sozinho (a)! A maioria se perde!

Beijos, bons ensaios.

Referências: significados; portaleducação; bensaude.

Por Dryelle Almeida

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Noite de Gala Brasil International Tap Festival será gratuita

Noite de Gala gratuita no Theatro Municipal de São Paulo  

No dia 16 de outubro, o Brasil International Tap Festival recebe convidados nacionais e internacionais com diferentes estilos de sapateado


Para celebrar sua 18ª edição, o Brasil International Tap Festival fará sua Noite de Gala no Theatro Municipal de São Paulo, no dia 16 de outubro, às 20h, com entrada gratuita. Organizado pela sapateadora, musicista e coreógrafa Chris Matallo, o evento tem como madrinha a atriz e bailarina Claudia Raia, que fará a abertura e dançará ao lado de Jarbas Homem de Mello, protagonistas de Cantando na Chuva, o Musical. Jason Samuels Smith (EUA),  considerado o maior nome do tap dance atual, vencedor do prêmio Emmy Awards (EUA) pela coreografia na abertura de “Telethones”, programa de TV do comediante Jerry Lewis, o padrinho do Festival, também fará uma apresentação durante a noite.


A Gala ainda conta com a apresentação de companhias nacionais e internacionais e nomes importantes do cenário do sapateado nacional, como Marina Coura (Florianópolis-SC), Lázaro Menezes (RS), a própria Chris Matallo (SP), além do maestro Carlos Bauzys. "A ideia da apresentação é tornar o sapateado ainda mais próximo do público, com diversos artistas de diferentes estilos. Será uma noite inesquecível, em que a música é para se ver e a dança para se ouvir", diz a diretora Chris Matallo.


Brasil International Tap Festival - entre os dias 12 e 15 de outubro, São Paulo recebe um dos mais importantes eventos do gênero no país. Na sua 18ª edição, traz ícones do sapateado nacional, como Marina Coura (Florianópolis-SC), Chris Matallo (SP) e Lázaro Menezes (RS), além dos professores internacionais Jeff Calhoun (USA), coreógrafo dos musicais da Broadway, pela primeira vez no Brasil, e o padrinho do festival,  Jason Samuels Smith.

Uma intensa programação, que envolve espetáculos de sapateado e aulas para iniciantes e profissionais, traz diversas linguagens da arte do sapateado.


O Brasil International Tap Festival é tradicional em trazer profissionais com linguagens e pensamentos diversos, fato que colabora com a construção de um pensamento mais crítico do profissional envolvido com a arte do sapateado. Trata-se de um grande encontro entre estudantes e professores, que durante as aulas e oficinas agendadas por esses dias presenciarão ensinamentos de alto nível. É também uma oportunidade única para o público, que tem a chance de assistir apresentações de profissionais que fazem a diferença no show business da dança no Brasil e no exterior.


Chris Matallo

Coreógrafa, produtora e diretora de espetáculos foi considerada pela crítica americana do jornal New York Times como a "Carmen Miranda do Sapateado" e é a única mulher no mundo que sapateia e toca saxofone tenor ao mesmo tempo. É graduada em Dança pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), com pós-graduação em Dança e Tecnologia. Foi supervisora de sapateado nos musicais New York, New York, com direção de José Possi Neto -  onde atuou como atriz e cantora - e no musical Crazy For You, também de Possi Neto. Foi professora de sapateado no Curso Técnico de Teatro Musical do Sesi e desenvolve um trabalho de coach de sapateado aplicado a outras linguagens como canto e interpretação. É diretora artística do Brasil Internacional Tap Festival, desde 1999. Faz curadoria, júri e ministra workshops em importantes festivais de dança do Brasil e mundo, como Festival de Dança de Joinville e Los Angeles Tap Festival, entre outros. Entre os meses de outubro e dezembro deste ano ministrará aulas de sapateado na Rowan University, na Filadélfia, USA.

Serviço: Noite de Gala Brasil International Tap Festival. Theatro Municipal de São Paulo. Praça Ramos de Azevedo, s/n. Dia 16 de outubro, 20h. Duração, 1h30. Livre. Gratuito (bilheteria abre duas horas antes).

CONTATO PARA ENTREVISTAS E IMAGENS

Flávia Fontes Oliveira – Dialeto Arte e Comunicação

flavia@revistadedanca.com.br | (11) 9.8187-8462

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Comprar sapatilhas novas ou dançar com sua sapatilha velha? Eis a questão!



O post de hoje é sobre uma questão muito importante para bailarinos e bailarinas: devemos comprar novas sapatilhas para o dia da apresentação ou podemos (ou devemos) dançar com os nossos pares velhinhos mesmo.

Vamos lá:

Se tratando de sapatilhas de ponta a resposta é: 

nunca compre uma sapatilha nova!

Você deve sempre se apresentar com uma sapatilha que esteja usada, amaciada e confortável para o seu pé. O máximo que pode fazer é limpar suas sapatilhas ou pintá-las, o que é bem comum entre as bailarinas.

Já quando falamos de sapatilhas de meia ponta, você até pode comprar uma nova, mas eu sugiro que a use pelo menos algumas vezes antes de ir para o palco, principalmente se ela for daqueles materiais que quando a gente compra a sapatilha é até dura.

Se for usar sua sapatilha usada, trate dela com carinho!
Você pode lavar a sapatilha! Não vai com ela toda imunda pro palco.
Se estiver furada, aí já é o caso de comprar uma nova mesmo. 

Eu gosto de dançar com sapatilhas usadas, não tão velhas, mas nunca novinhas.

Espero que tenham gostado das dicas, até mais!

Por Dryelle Almeida

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Vida De Bailarina: Palestra com Ana Botafogo em São Paulo

Dia 5 de outubro, a Bailarina Ana Botafogo estará na Casa do Saber, em São Paulo, com a sua Palestra: Vida de Bailarina.

 

Foto divulgação: Instagram Ana Botafogo


"Eu já não lembro mais da minha vida sem a dança. Ela sempre me proporcionou foco e me mostrou que, para qualquer coisa, é necessário ter determinação para que a gente possa superar os desafios da carreira”.

Com essas palavras, Ana Botafogo, primeira bailarina e diretora artística do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, apresenta sua vida de bailarina: como na canção de Dorival Silva, imortalizada por Ângela Maria e Elis Regina, o desafio de viver para dançar é marcado por dores, suores e sacrifícios, para além de toda beleza lúdica e de toda a leveza que o público assiste da plateia.


O encontro apresenta a trajetória e experiências de vida da artista, discutindo aspectos importantes dessa arte e as dificuldades para traçar uma história de sucesso no mundo da dança clássica, numa jornada de renúncias e muito trabalho.


Serviço:

Data: 05/10/2017
Duração: 1 encontro
Dia: Quinta-Feira
Horário: das 20h às 22h
Valor: R$ 180,00

Para se inscrever acesse: http://casadosaber.com.br/sp/cursos/palestra/ana-botafogo-vida-de-bailarina.html

terça-feira, 19 de setembro de 2017

4 sinais que você precisa de sapatilha de ponta nova



Você está há um bom tempo com suas sapatilhas e de repente elas começam a ficar desconfortáveis. Então ficam aqui algumas dicas que são sinais de que você pode estar precisando de um novo par de sapatilha de ponta.

1. Elas ficaram molengas

Mesmo que seja a sua primeira experiência com a sapatilhas de ponta, você vai sentir quando elas estiverem muito moles. Embora elas fiquem mesmo mais molinhas a medida que estão sendo quebradas, se estiver muito mole, é um sinal de que precisa comprar outra.
Elas começam a perder a forma, você começa a se sentir insegura, pois parece que a sapatilha que vai te derrubar, pois perdem estabilidade e elas começam parecer estar úmidas o tempo todo.
Colocar sempre ara secar ajuda na durabilidade da sua sapatilha, mas não irão durar para sempre, infelizmente.

2. Sapatilhas ficaram apertadas

Para crianças e adolescentes é normal que o pé ainda esteja crescendo e a sapatilhas parem de servir. Mas não dá para ficar com elas apertadas. Infelizmente, nessa idade, acabam perdendo a sapatilha, mesmo ainda não estando tão mole, mas por causa do tamanho. Se os dedos dos pés estão meio "enrolados" ou os calcanhares do sapato estão apertando muito o pé - isso é uma forte indicação de que pode ser hora de um tamanho maior.
Isso também pode acontecer com bailarinas adultas, nosso pé engorda ou emagrece e a sapatilha pode sim ficar apertada com o tempo.

3. As sapatilhas estão fazendo barulhos estranhos

Não acontece sempre, vai variar de acordo com o modelo ou marca da sua sapatilha, bem como a quantidade de horas por dia / semana passada que você usa pontas. Umas já são mais barulhentas, mas se começar a incomodar, melhor trocar.

4. As sapatilhas parecem inadequadas

 s vezes, suas sapatilhas não mostram sinais físicos de necessidade de substituição. Ela pode estar tecnicamente em boas condições de trabalho, mas outra coisa está causando que os sapatos se sintam como desajustados para os pés, como por exemplos:
tempo que fica com a sapatilha;
mudança na força do seu pé;
aprimoramento técnico;
aparecimento de joanetes e/ou calos
São fatores que servem como exemplos para que uma sapatilha que parecia legal para você agora parecer não servir mais.

Ou seja, de maneira geral: incomodou demais, troque de sapatilha! ;)

Referência: thedanceshop

Por Dryelle Almeida