terça-feira, 28 de julho de 2015

Se está fácil, está errado!



Por Dryelle Almeida


Está aí uma triste realidade bailarinística! No ballet clássico tudo é difícil. Pensar em tudo em ao mesmo tempo, executar com técnica e ainda parecer que não está se esforçando não é assim tão simples quanto parece.

Quando assistimos bons bailarinos dançando tudo flui de uma maneira tão agradável, que nem parece que está fazendo algum tipo de esforço, quando, na verdade, estão pensando em cada um dos tantos detalhes.

É a respiração, que precisamos saber por onde iniciar, quando a inspirar e expirar, e como manter o foco em seu ritmo; é o en dehors que precisa ser mantido; é a postura que precisa estar correta (postura incorreta leva à fraqueza técnica); é a a arte de alcançar a relação interna entre todos os pontos do corpo para mantermos o equilíbrio; são os pés devidamente esticados; são os braços, fazer um Port de Bras pode parecer a coisa mais fácil do mundo, mas não é; é a força abdominal; o alinhamento, as posições, o olhar...

Isso tudo sem perder a “pose”!

Eu costumo dizer sempre que “Parece fácil, mas é difícil”. Desde o plié, se está fácil, 100% confortável, tem alguma coisa errada!

Por isso que falam: Se está fácil, está errado”; “Se fosse fácil não seria ballet”...


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